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sexta-feira, 28 de março de 2014

Marketing na Prática para PMEs

As micros, pequenas e médias empresas representam a maioria dos empreendimentos do Brasil. E para sobreviver nesse mercado competitivo é necessário grandes investimentos para driblar a concorrência que cresce a cada dia, certo? ERRADO!


As PMEs podem ser vistas como grandes e organizadas corporações através do uso de ações estratégicas de Inbound Marketing, ou seja o “novo marketing”. Com ações dentro da web, estas empresas conseguirão atingir perfeitamente seu público gastando muito menos em comparação às ações do “velho marketing”, ou seja, anúncios, propagandas, impressos, etc. O grande diferencial da internet é que pequenas e médias empresas possuem a vantagem de implementar projetos com muito mais agilidade e capacidade de adaptação. Esse diferencial faz com que muitas dessas empresas se destaquem no meio empresarial através de cases de sucesso e ações criativas de marketing.
Com foco na web e com um planejamento adequado de Inbound Marketing sua empresa conseguirá atrair novos clientes e fidelizar, com relacionamento ainda mais próximo, os clientes já existentes.

Mas, como aumentar a presença de uma PME na web?

O Inbound Marketing é baseado em ganhar a atenção dos leads, tornando sua empresa facilmente encontrável na internet e conduzindo os consumidores para o seu site através da geração de conteúdo adequado para cada fase da venda. Os principais pilares que norteiam o “Novo marketing” são Atrair, Converter, Fechar e Encantar. Esse é o caminho pelo qual seu lead passa para se tornar efetivamente um cliente. Existem 4 elementos que podem resumir as principais ações para aumentar sua presença na web e alavancar suas vendas. São eles:

Mídias Sociais

Trace seu plano de negócios, verifique qual é o público que você realmente quer atingir, organize os assuntos de interesse do mercado, analise as informações que sua empresa tem para agregar mais conhecimentos aos seus leads. Lembre-se que o lead tem um caminho a percorrer para efetuar a compra. Por isso, é muito importante criar conteúdo para atrair (aqui podem ser assuntos em geral sobre seu mercado, notícias e temas que realmente são de interesse de seu público); converter (nesta etapa você já pode incluir seus produtos de uma forma que seu lead o veja como solucionador de problemas. Uma boa estratégia é utilizar depoimentos de clientes satisfeitos que já efetuaram a mesma compra); fechar(inclua a estória de sua empresa, momentos importantes que passaram, prêmios que conquistaram. O relacionamento próximo aqui é chave do sucesso para fidelizar este lead) e encantar (depois da venda, continue sempre presente).
Espalhe sua mensagem pelas diferentes plataformas e adeque a linguagem a cada uma delas. Com acompanhamento constante, estas ferramentas proporcionarão resultados surpreendentes à sua empresa.

E-mail Marketing

Excelente meio para você aguçar diretamente o desejo de consumo de seus clientes. E-mail marketing funciona! Estabeleça um padrão e sequência de envio. Segmente seu mailing e ofereça conteúdo diferenciado para cada público. Se a campanha deu certo nas redes sociais, faça um e-mail marketing somente sobre este conteúdo e envie aos seus contatos. Atualmente, esta ferramenta é vista como mais “íntima”, já que as mensagens da web são para o público em geral consumirem.

SEO

De NADA adianta você ter um superplanejamento de marketing para web e implementá-lo se você não utilizar as palavras-chave corretas para que os mecanismos de buscas o encontre. Analise o que está sendo procurado na internet sobre o seu mercado. Use e abuse de ferramentas gratuitas como o Google Keyword Tool (Planejador de Palavras-chave) e tenha em segundos quais as palavras mais procuradas sobre sua empresa.

Blog

92% das empresas já conseguiram clientes através do blog. É a maneira mais fácil de criar e gerenciar conteúdos de qualidade com alta possibilidade de indexação pelo Google. Faça de seu blog uma fonte de informação para que você seja descoberto e adorado pelos clientes. Para isso, entre na cabeça deles e tente imaginar por onde estão navegando ou que tipo de conteúdo estão buscando no Google. Aproveite a popularidade das redes sociais, insira uma frase impactante que deixe seu público curioso e o convide para mais informações no blog. Esta ferramenta é a opção que mais atrai para o site corporativo.

Saiba agora na PRÁTICA como algumas PMEs estão atuando na web:


MPD ENGENHARIA

Esta empresa, que está na lista das 250 que mais crescem segundo a revista Exame PME, tem presença no Facebook, Twitter, Plus e YouTube. No Facebook, ela inclui os lançamentos dos imóveis e promoções. No Plus, com linguagem perfeitamente adequada a esta plataforma, a empresa replica seu conteúdo. Os vídeos do YouTube mostram a felicidade das pessoas com a entrega de seus imóveis, o andamento das obras e, o vídeo com mais de 3.500 visualizações é sobre a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (ou seja, de atividades internas com seus funcionários). Há também vídeos com notícias e matérias sobre o mercado de construção civil. Aumente sua audiência através de conteúdo inteligente (e não propaganda da sua empresa) para agradar e atrair seus visitantes.

CASA DO CONSTRUTOR

A Casa do Construtor utiliza as redes sociais mais populares Facebook e Twitter para se comunicar com seus leads. Utilizam uma linguagem extremamente próxima, perfeita para atingir seu público. No Facebook, colocam posts com design chamativo e divulgam promoções, fazem homenagens nas datas comemorativas, além de incluírem o link para download da Revista Digital da empresa. Esta revista (divulgada a cada 2 meses) tem dicas e notícias dos franqueados das empresas, história da empresa, importância do atendimento ao cliente e novidades no setor de segurança na construção civil. Além dessas ferramentas, a empresa também tem um blog, onde detalha os conteúdos das redes sociais, divulga as matérias da empresa na imprensa, sempre com link ao site corporativo.

KLIN ARTIGOS INFANTIS

Esta empresa encanta seu público-alvo: as mamães! Presente em diversas plataformas como Facebook, YouTube, Orkut, Twitter e Blog, a Klin lança aplicativos como descobrir o número exato do pé de seu filho, mimos diferentes para seu filhote, dicas de educação, fotos fofíssimas de bebês e jogos interativos fazem parte das estratégias online da empresa. Todas as postagens incluem o link direto ao blog, que contém mais detalhes e imagens sobre o assunto. O blog está separado pelas categorias: “Dicas do Pediatra”, “Dicas da Psicóloga”, “Dicas da Nutricionista” e “Site da Klin”. Excelente case de sucesso!

FORNO DE MINAS

Dentro do site da empresa, logo na home, tem um bom destaque nas “Dicas” do Forno de Minas. “Conheça um pouco de nossa história”, “Veja o modo de preparo do waffle” e “Veja o modo ideal para preparo de nossos pães de queijo” mostram, em vídeo, passo a passo dessas dicas. No Facebook, a empresa utiliza imagens que dão água na boca para atrair seu público e inserem seus produtos para homenagear datas comemorativas. No site, colocam as matérias da Forno de Minas na imprensa e também receitas diferenciadas utilizando seus produtos. Incrível como sentimos o cheirinho de pão de queijo ao navegar em suas estratégias!

Mais dicas: experimente dar um presente ao invés de fechar uma venda imediatamente. É uma tática efetiva de persuasão baseada no gatilho mental da reciprocidade. Ofereça amostra grátis de 1 mês, por exemplo. Fidelize seu cliente até mesmo antes do fechamento da compra. Quer mais? Invista em depoimentos! Aumente as taxas de conversão para seu site e futuramente de suas vendas evidenciando a satisfação de alguém que já é seu parceiro. Funciona e muito!
O momento é digital e do crescimento das micros, pequenas e grandes empresas. Tenha em mente que utilizar as estratégias do Inbound Marketing você gastará pouco e seu retorno será surpreendente! Lembre-se de organizar, planejar e, principalmente, monitorar suas ações para garantir o sucesso de seu negócio na plataforma online.

Por Tatiana L. Apolinário. Publicitária, com MBA em Marketing. Atualmente, é coordenadora/redatora da Momento Marketing e trabalha como redatora frellancer. E-mail: tati_apolinario@yahoo.com.br – blog pessoal: http://taticomunica.wordpress.com

Fonte: vitamina publicitária

terça-feira, 25 de março de 2014

Como saber se um colaborador tem vínculo empregatício com minha empresa?

Todo empreendedor precisa saber o que define o vínculo empregatício para evitar irregularidades e se prevenir contra ações, tendo informações organizadas e sempre à mão.
Para fazer uma boa administração do seu negócio, o empreendedor precisa estar atento aos detalhes da legislação para evitar problemas no futuro. Quando se fala de aspectos trabalhistas, mesmo seguindo a lei, nunca se sabe se algum ex-funcionário entrará na justiça contra sua empresa. Por isso, é importante entender os limites dos direitos dos seus empregados e sempre respeitá-los, agindo preventivamente para evitar que ocorram ações trabalhistas.
Valério Dornelles, fundador da Tecno Logys, empresa do setor de construção civil, passou pelo desafio de fechar uma área inteira da empresa. Sua preocupação era que isso aumentasse muito o número de processos trabalhistas, já que envolveria demitir mais de 400 funcionários. Felizmente, eles acabaram não tendo muitas ações e Valério acredita que isso aconteceu porque na empresa, eles sempre procuraram cumprir com as condições que prometem ao contratar um funcionário. “Essa sempre foi uma preocupação nossa e eu acho que isso por si só já desestimula os funcionários a procurarem a justiça”.
O empreendedor precisa ter em mente que “o que estimula o colaborador a ingressar com um processo trabalhista é quando ele se sente lesado. Muitas vezes até por falta de comunicação”, mas que, “se ele acha que teve alguma coisa errada dentro daquilo que foi combinado”, ele é estimulado a fazer uma ação contra sua empresa. Por isso, ele recomenta “cumprir com aquilo que você promete” e, principalmente, “ter responsabilidade legal”.
Para você entender sua responsabilidade legal, o ponto de partida é entender como é constituído, pela lei, o vínculo empregatício. Segundo a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) empregado é “toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante 
salário. Ou seja, são 4 os elementos que constituem vínculo empregatício do ponto de vista do direito:
(1) pessoalidade: a pessoa física contratada, e somente ela, poderá realizar o trabalho;
(2) frequência: deve ser frequente (por isso os autônomos não possuem vínculo empregatício, pois é um serviço prestado de forma eventual);
(3) subordinação jurídica: significa que o empregado está à disposição de um chefe;
(4) onerosidade: existência de um salário.

É importante que o empreendedor tenha em mente que quando ele contrata um funcionário pelo regime celetista, todos os 4 elementos precisam estar presentes. Caso contrário, abre-se uma brecha para ações trabalhistas. Inversamente, se a contratação não foi por CLT, mas há a presença 
desses elementos, também há espaço para ações trabalhistas. Esse é o caso, por exemplo, de terceirizações irregulares.
Pode parecer óbvio, mas em muitos casos isso não é tão evidente e a justiça acaba favorecendo a pessoa que entrou com a ação contra a sua empresa mesmo que você não tenha tido a intenção de criar um vínculo irregular. Isso porque, em direito, existe a chamada primazia da realidade, que favorece os fatos. Isto é, quando há conflitos judiciais, se for provado que certa situação envolveu os 4 elementos da CLT, o trabalhador ganha a ação.
O empreendedor também precisa considerar que uma característica da Justiça do Trabalho brasileira é que o risco de levar um caso para seu julgamento é muito baixo. Isso significa que é muito fácil para um funcionário recorrer e, mesmo que ele esteja errado, pode ser que ainda valha a pena comprar a briga. Por isso, como empreendedor, você deve estar preparado para eventuais ações, inclusive as que não nascem de uma situação irregular.
Nesses casos, Valério recomenda: “muitas vezes diante de um caso, você precisa ter um histórico [de documentos] bem detalhado; precisa ter os documentos todos bem preparados”. Isso, porque pode acontecer que “de uma forma que não foi justa, por falta de organização você acaba perdendo um processo trabalhista”. Por isso, a Tecno Logys tem a estratégia de “trabalhar de forma preventiva. É justamente ter um apoio jurídico voltado para você não ter ações trabalhistas”. Assim, sua dica principal para o empreendedor é “estar preparado com a parte de documentação e não trabalhar dentro da cultura de fazer acordo, de fazer acertos pontuais”, ou seja, “organização de um lado e respeitar a lei do outro”.
Você também precisa conhecer os limites do direito dos seus colaboradores ao fazer a gestão da sua empresa. Os direitos do trabalhador brasileiro reunidos na CLT formam uma lista que é uma das mais extensas do mundo. Isso é uma proteção ao trabalhador contra condições de trabalho abusiva que sim, ainda existem. Mas por outro lado, isso também traz custos altos para o empreendedor, especialmente quando seu negócio ainda é pequeno. Há muitas críticas de ambos os lados em relação à extensão do contrato individual do trabalhador brasileiro. Mas críticas à parte, o mais importante para o empreendedor é que isso significa que ele precisa estar atento para seguir a legislação da forma certa e sempre ter todas as informações organizadas e à mão para eventuais ações judiciais. Lembre-se sempre de conversar com seu advogado e evitar pegar atalhos quando o assunto são aspectos legais.
Por Manuela Malheiros da equipe de Educação Empreendedora da Endeavor Brasil.
FONTE: ENDEAVOR

segunda-feira, 24 de março de 2014

25 termos que todo empreendedor precisa saber

Cada indústria tem sua lista de jargões. No mundo do empreendedorismo são vários os termos que você vai encontrar pela frente ao longo de sua jornada. Como empreendedor, é importante que você esteja familiarizado com eles. Conheça uma lista com 25 termos que todo empreendedor precisa saber:

Aceleradora
É o nome 'moderno' para as incubadoras. Enquanto as incubadoras estão mais ligadas a universidades e a projetos governamentais, as aceleradoras são financiadas com capital privado e apoiam startups, empresas de alto potencial de crescimento. A aceleração pode incluir apoio financeiro, mas está baseada principalmente no suporte à criação e ao desenvolvimento do negócio, com sessões de coach e mentoring durante um período.
Break-even
Em português, um 'ponto de equilíbrio'. É quando os custos da empresa são iguais às suas receitas. Como tudo que a empresa recebe paga somente as despesas, o lucro (ou resultado do período), acaba sendo 0, nesse caso.
Capital de giro
São os recursos financeiros utilizados para cobrir os custos do dia a dia da empresa e para sustentá-la entre o pagamento de despesas e o recebimento da receita de clientes.
Captação de recursos
Obter investimentos, o que pode ser feito por meio de empréstimos bancários, agências de fomento, fundos de investimentos ou investidores-anjos.
Co-working
Espaço de trabalho compartilhado por diversas empresas, que passam a poder se relacionar e a trocar conhecimentos.
Crowdfunding
Obtenção de capital através de financiamento coletivo, em geral de pessoas físicas interessadas na iniciativa. Existem plataformas on-line especializadas nisso.
Crowdsourcing
Forma de conseguir serviços/ajuda de forma colaborativa para geração de conteúdos, solução de problemas, desenvolvimento de novas tecnologias, geração de fluxo de informação e afins.
Early stage
São consideradas empresas em early stage (estágio inicial) as que possuem até três anos de existência.
Elevador pitch
Apresentação da ideia do negócio em aproximadamente 30 segundos (o tempo que uma pessoa passaria no elevador).
Empreendedorismo corporativo ou Intraempreendedorismo
Significa empreender dentro da organização na qual se trabalha. O intraempreendedor enxerga nos problemas do dia a dia oportunidades de crescimento para a empresa, sendo capaz de inovar sistêmica e constantemente. Descubra como implementar uma cultura intraempreendedora em sua empresa no curso online da Endeavor sobre Cultura.
Empreendedorismo social
O empreendedor social cria negócios com fins lucrativos, mas que propõem soluções inovadoras para problemas sociais ou ambientais, como lixo, educação e saúde. Ele está focado em mobilizar pessoas e trabalhar por uma causa para realizar verdadeiras transformações na sociedade.
Escalabilidade
Capacidade de replicar o produto/serviço com facilidade atendendo a um grande público ou abrangendo um grande mercado consumidor. Aprenda a escalar o seu negócio para se tornar um empreendedor de alto impacto no curso online da Endeavor sobre como Escalar e Inovar.
Incubadora
As incubadoras têm um perfil mais adequado para quem precisa de tempo e muito conhecimento para estruturar seu negócio. Depende de subsídios governamentais e provavelmente vai precisar de uma quantidade relativamente grande de investimentos para acontecer.
Investidor-anjo
Os angels são profissionais experientes que têm capital disponível para investir em novos empreendimentos. Em troca desse capital, esperam um percentual da empresa investida.
MEI
Sigla para 'Micro Empreendedor Individual', é a pessoa que trabalha por conta própria e se legaliza como empresário.
Mergers and Acquisitions (M&A)
Termo em inglês para 'Fusões e Aquisições' (abreviado M&A), é tanto um aspecto da estratégia corporativa e finanças corporativas quanto compra, venda, divisão e combinação de diferentes empresas.
Networking
Ter ou estabelecer uma rede de contatos. 'Fazer networking', como é empregado, costuma ser uma ótima forma de ampliar a qualidade de seus relacionamentos e transformá-los em benefício mútuo no meio profissional.
PME
É a sigla para pequenas e médias empresas. Uma pequena empresa possui de dez a 49 funcionários. Já uma empresa de médio porte possui entre 50 e 249 funcionários.
ROI
Sigla da tradução de 'Retorno sobre Investimento', corresponde a um percentual da quantidade de dinheiro ganho em relação à quantidade de dinheiro investido.
Seed capital
Capital 'semente', aquele capital que se capta quando o negócio está em sua fase inicial, para que ele possa dar seus primeiros passos no mercado.
Spin-off
Criação de uma nova empresa de produtos ou serviços inovadores, criados inicialmente a partir de um projeto em uma 'empresa-mãe'. Geralmente, os empreendedores do novo negócio trabalharam antes no desenvolvimento desse projeto na empresa-mãe, que gerou o spin-off.
Stakeholders
Stakeholders são todos os impactados pelo negócio, sejam eles sócios, acionistas, funcionários, clientes ou segmentos da sociedade.
Startups
Uma empresa projetada desde o início para ser grande! Eric Ries, autor do livro 'Lean startup', define startup como 'um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza'.
Validação
Ter alguém validando sua ideia, ou seja, se tornando um cliente, usuário, ou estando engajado de qualquer forma ativa em seu negócio, é o sinal verde de que ele pode dar certo. Mas a validação é um exercício constante, um processo que exige flexibilidade, agilidade e resiliência para recomeçar diversas vezes e não desistir.
VC (Venture Capital)
Traduzido como 'capital de risco', os VCs apoiam empresas de pequeno e médio porte já estabelecidas e com potencial de crescimento. Com duração média de 5 a 7 anos, os recursos investidos financiam as primeiras expansões, levando o negócio a novos patamares no mercado.

FONTE: ENDEAVOR

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

12 filmes sobre Negócios para Assistir no Carnaval

O site Business Insider listou doze documentários sobre negócios que devem enriquecer seu conhecimento sobre inovação e gestão


Enquanto muitos brasileiros aproveitarão os dias de Carnaval nas ruas, outros optarão para usar o feriado para descansar e, por que não, assistir a bons filmes. O site Business Insider listou doze documentários sobre negócios que devem enriquecer seu conhecimento sobre inovação e gestão. Alguns não têm versões em português ainda. Mas se você pelo menos arranha o inglês, vale procurar e assistir.


Veja a lista abaixo


“Inside: Pixar” - Um filme produzido em 2013 pelo canal Bloomberg, que mostra os bastidores da Pixar. A empresa criada por Steve Jobs e que logo se uniu à Disney, possui uma cultura de inovação e incentiva a criatividade de seus colaboradores. O documentário apresenta entrevistas com as personalidades que comandam o estúdio.

“Elon Musk: Bloomberg Risk Takers” - Esse documentário conta a história de Elon Musk, o empreendedor que vendeu sua companhia de software Zip2 para a Compaq por mais de U$ 300 milhões aos 28 anos. Aos 42, ajudou a fundar o PayPal, além de ser o CEO da SpaceX e da Tesla Motors. 

"Jiro Dreams Of Sushi" – O documentário mostra o cotidiano de Jiro Ono, o chefe japonês reverenciado pelos seus sushis. Um prato em seu restaurante chega a custar U$ 300. O filme mostra como ele negocia com os melhores fornecedores, lida com a equipe e prepara seu filho para substituí-lo nos negócios.

“Hank: 5 Years from the Brink" – Esse documentário mostra a pressão sofrida por Hank Paulson, CEO do Goldman Sachs e Secretário do Tesouro americano durante a crise financeira de 2008. 

"Joan Rivers: A Piece of Work" - Que fatores levam uma pessoa a chegar ao topo da carreira e permanecer lá? Um grupo de documentaristas acompanhou a comediante Joan Rivers para saber como se manter relevante após anos no mercado.

"Objectified" - Você já pensou nos efeitos que o design de um produto tem no cotidiano de uma pessoa? Este documentário de 2009 mostra o trabalho de diversos designers e explora a relação inconsciente entre os compradores e os objetos de desejo.

"The Restaurateur: How Does Danny Do It?" – Se você já pensou em abrir um restaurant, Danny Meyer criador do Shake Shack e da Gramercy Tavern, tem algumas coisas para te dizer. O documentário mostra o dia a dia da unidade do restaurante em Nova York e a filosofia do empresário sobre como a qualidade dos serviços devem permanecer em primeiro lugar na carreira. 

"Hugh Hefner: Playboy, Activist and Rebel" - O documentário reúne depoimentos, entrevistas e artigos sobre o magnata Hugh Hefner desde a fundação da Playboy Enterprises nos anos 50 até hoje. Além disso, mostra como Hefner dirige seu principal produto – a revista masculina – entre outros segmentos da marca Playboy. 

"Something Ventured" – Conta histórias de empresas que contaram com investidores-anjo para crescerem, dentre elas a Apple, Google, Atari e Intel. São diversas lições de negócios por empreendedores e investidores que construíram grandes empresas americanas.

"Mark Cuban: Bloomberg Game Changers" – Conta a história do empreendedor e bilionário Mark Cuban. Os documentaristas entrevistaram amigos de infância, professores e parceiros de negócios para descobrir sobre como Cuban criou a empresa de internet Broadcast.com. Também apresenta lições sobre vendas, timing e ambição.
"Steve Jobs: One Last Thing" – Jobs é um dos mais importantes designers e empreendedores da história. A PBS então produziu um documentário para mostrar a carreira e o legado do criador da Apple para o mercado. 

"Freakonomics" – O filme de 2010 é baseado no livro homônimo, de Steven Levitt e Stephen Dubner e explora conceitos científicos e econômicos no comportamento humano. Traz ideias diferenciadas sobre o que motiva os consumidores e funcionários dentro de uma companhia.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Dicas de Como Realizar um Planejamento na Gestão Empresarial Eficiente



Mais um ano começa e esperamos que a prosperidade tome conta de nosso país e possamos retomar o crescimento econômico esperado e perseguido por todos. Depois de um ano de crise e superações chegamos novamente ao inicio de tudo e nesse momento precisamos avaliar os erros e acerto e pensar em estratégias que nos ajudem a evoluir ainda mais como nação. Uma das características marcantes das grandes nações é o nível de empreendedorismo que ela possui quantidade de novas empresas que surgem a cada ano, que proporcionam geração de emprego e renda, contribuindo ainda mais para o crescimento da economia. 

Segundo dados do SEBRAE (Serviço de Apoio a Micro e Pequenas Empresas) nacional a cada 10 empresas abertas, em média quatro fecham antes de completar dois anos de vida. Inúmeras justificativas são estudadas para esse fato preocupante, como: Ausência de recursos financeiros para manter atividade (Capital de giro), baixa qualificação dos envolvidos, falta de conhecimento do negócio e outros. No entanto, antes mesmo desse grupo de fatores, existe um que considero o principal e que engloba todos os demais.

A ausência de planejamento estratégico, ausência de definições claras dos objetivos da empresa e das estratégias que serão utilizadas. Pensando nisso e aproveitando o momento que vivemos, deixo aqui para os leitores do Portal dos Administradores um pequeno resumo sobre a importância do planejamento e a metodologia básica de construção deste. 


Planejamento da Estratégia
É a mobilização de todos os recursos da empresa no âmbito global visando atingir objetivos definidos previamente. É uma metodologia gerencial que permite estabelecer o caminho a ser seguido pela empresa, visando elevar o grau de interações com os ambientes internos e externos.

O planejamento estratégico procura responder a questões básicas, como:

Por que a organização existe?
O que e como ela faz? 
Aonde ela quer chegar? 
Resultado

Dele resulta um plano estratégico, ou seja, conjunto flexível de informações consolidadas, que serve de referência e guia para a ação organizacional. Pode ser considerado como uma bússola para os membros de uma determinada organização.

O plano estratégico tem que ter definições claras de objetivos e responsáveis e ser conhecido por todos que compõem a empresa.

Em geral a partir do plano estratégico, surgem os planos táticos e operacionais, que visam à execução das atividades para o alcance dos objetivos.


A elaboração do Planejamento Estratégico 

1. Formulação dos objetivos organizacionais
A empresa define os objetivos globais que pretende alcançar á longo prazo e estabelece a ordem de importância e prioridade em uma hierarquia de objetivos.

No geral esses objetivos podem ser quantitativos e qualitativos, mas sempre devem conter metas de crescimento e de posição no mercado.

2. Análise interna das forças e limitações da empresa
A seguir, faz-se uma análise das condições internas da empresa para permitir uma avaliação dos principais pontos fortes e dos pontos fracos que a organização possui. Os pontos fortes constituem as forças propulsoras da organização que facilitam o alcance dos objetivos organizacionais e devem ser reforçados, enquanto os pontos fracos constituem as limitações e forças restritivas que dificultam ou impedem o seu alcance esses que devem ser superados. 

Essa análise interna envolve:

Itens:

1 - Análise dos recursos (recursos financeiros, máquinas, equipamentos, matérias-primas, recursos humanos, tecnologia etc.) de que a empresa dispõe para as suas operações atuais ou futuras. Deve-se analisar se esses recursos suportam o crescimento da organização e facilitam o alcance dos objetivos.

2 - Análise da estrutura organizacional da empresa, seus aspectos positivos e negativos, divisão de trabalho entre departamentos e unidades e como os objetivos organizacionais serão distribuídos em objetivos departamentais.

Avaliação do desempenho da empresa, em termos de lucratividade, produção, produtividade, inovação, crescimento e desenvolvimento dos negócios.


3. Análise externa 
Trata-se de uma análise do ambiente externo à empresa, ou seja, das condições externas que rodeiam a empresa e que lhe impõem desafios e oportunidades. A análise externa envolve:
Mercados abrangidos pela empresa, características atuais e tendências futuras, oportunidades e perspectivas.
Concorrência ou competição, isto é, empresas que atuam no mercado, disputando os mesmos clientes, consumidores ou recursos.

A conjuntura econômica, tendências políticas, sociais, culturais, legais etc., que afetam a sociedade e todas as demais empresas. 


4. Formulação das Alternativas Estratégicas 
Nesta quarta fase do planejamento estratégico formulam-se as alternativas que a organização pode adotar para alcançar os objetivos organizacionais pretendidos, tendo em vista as condições internas e externas. As alternativas estratégicas constituem os cursos de ação futura que a organização pode adotar para atingir seus objetivos globais. 

De um modo genérico, o planejamento estratégico da organização refere-se ao produto (bens que a organização produz ou serviços que presta) ou ao mercado (onde a organização coloca seus produtos ou bens ou onde presta seus serviços). 

O planejamento estratégico deve comportar decisões sobre o futuro da organização, como:

- Objetivos organizacionais á longo prazo e seu desdobramento em objetivos departamentais detalhados. 
- As atividades escolhidas, isto é, os produtos (bens ou serviços) que a organização pretende produzir. 
- O mercado visado pela organização, ou seja, os consumidores ou clientes que ela pretende abranger com seus produtos. 
- Os lucros esperados para cada uma de suas atividades. 
- Alternativas estratégicas quanto às suas atividades (manter o produto atual, maior penetração no mercado atual, desenvolver novos mercados). 
- - Interação vertical em direção aos fornecedores de recursos ou integração horizontal em direção aos consumidores ou clientes. 
- - Novos investimentos em recursos (materiais, financeiros, máquinas e equipamentos, recursos humanos, tecnologia etc.) para inovação (mudanças) ou para crescimento (expansão).

Sem duvida alguma o planejamento se utilizado de forma correta, pode ser uma eficaz ferramenta na gestão empresarial e aumentar consideravelmente as chances de sucesso de novas empresas. Espero que esse texto ajude aos jovens empreendedores no caminho para o sucesso de seu negócio.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O que é um Fundo de Investimentos

O que é ?

 No Brasil um fundo de investimento possui a sua organização jurídica na forma de um condomínio de investidores , portanto o fundo de investimento possui um registro na Receita Federal ( CNPJ )  pois trata-se de uma pessoa jurídica .
 Para existir como uma pessoa jurídica o fundo de investimento deverá ter um estatuto social   ( que deverá ser registrado em um cartório de notas e oficio )   onde constarão os direitos e deveres dos cotistas bem como os aspectos relativos à organização social do fundo . 
Como todo condomínio a Assembléia de cotistas é o órgão decisor e a ela cabe aprovar o balanço social do fundo bem como definir certas funções administrativas que um fundo necessita para ser aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários  que é o órgão do Governo Federal responsável pela fiscalização dos fundos de investimento .
 As funções administrativas são as seguintes :
Gestor da carteira de investimentoserá o responsável pela gestão do patrimônio do fundo de investimento . O gestor poderá ser uma pessoa física ou uma pessoa jurídica  em ambos os casos necessitam de um registro junto a Comissão de Valores  Mobiliários ( CVM ) .
 Administrador, será o responsável pela representação do fundo perante os órgãos de fiscalização do governo federal ( Comissão de Valores Mobiliários  ( CVM ) ou o Banco Central do Brasil  , necessariamente o administrador deverá ser uma instituição financeira aprovada pelo Banco Central do Brasil . Uma das funções do administrador é a determinação do valor da cota do fundo)  .
 Custodianteserá o responsável pela guarda dos títulos que compõe a carteira de investimento do fundo de investimento , o custodiante deverá ser uma empresa com autorização do Banco Central do Brasil para exercer essa função . 
Há uma quarta função que não é definida no estatuto social do fundo mas é igualmente importante para a existência do fundo , trata-se do Distribuidor  que possui a função de captar recursos junto a investidores .
 O Administrador deverá ainda contratar os serviços de uma empresa de auditoria  pois o balanço social do fundo deve ser auditado por uma empresa independente . 
Além do estatuto social , a Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) exige que o fundo tenha um prospecto onde conste de forma clara os riscos que o investidor corre ao ingressar como cotista , a política de investimento do fundo  e informações gerais sobre fundo tais como  quem é o administrador , gestor e custodiante do fundo . 
No estatuto social deverá ainda estabelecer as datas de realização da Assembléia de Cotistas  ( Ordinária e Extraordinária  no caso dessa as regras de convocação e realização ) .

 Como Funciona

 O investidor ao aplicar os seus recursos financeiros em um fundo de investimento estará adquirindo uma certa quantidade de cotas que representarão o patrimônio do fundo de investimento .
 Para calcular o valor da cota o administrador poderá  utilizar duas metodologias :
 Cota Fechamento, nessa metodologia o Administrador  irá determinar o valor da cota no final do dia e para tanto irá se utilizar o valor do patrimônio do fundo constante no final do dia , nessa situação o investidor somente irá saber o valor da cota no dia seguinte ao da aplicação .
 Cota Aberturanessa metodologia o Administrador irá determinar o valor da cota no inicio do dia e para tanto irá se utilizar o valor do patrimônio do fundo no inicio do dia , nessa situação o investidor sabe no momento da aplicação a quantidade de cotas que está adquirindo .
 Assim de posse do valor da cota o administrador poderá então calcular a quantidade de cotas que cada investidor possui  e claro determinar o valor atual dos investimentos realizados pelos cotistas , bastando para isso dividir o valor financeiro aportado pelo investidor pelo valor da cota ( em caso de aplicação ) ou multiplicar a quantidade de cotas pelo valor atual da cota  para se determinar o valor atual dos investimentos ( em caso de resgate por exemplo ) .
 Além das metodologias acima mencionadas o Administrador do fundo poderá adotar a cota de um determinado dia para aplicação  ou para resgate . Em geral os administradores adotam a cota do dia seguinte ( D + 1 ) para as aplicações e resgates . Essa informação deverá estar mencionada  no estatuto  social do fundo e no prospecto . 
Alguns administradores adotam também um prazo de carência para efetuar os resgates, caso o investidor saque durante a vigência da carência ele poderá perder o a rentabilidade entre a data de aniversário da carência e a data do resgate ( essa condição deverá estar mencionada no estatuto social do fundo e no prospecto ) . Se estiver previsto no estatuto social do fundo o Administrador somente poderá resgatar em datas estipuladas .

 Taxas Cobradas

 As taxas que podem ser cobradas pelo Administrador do Fundo  são :
 Taxa de administração: É uma taxa que o administrador cobra para executar os trabalhos relativos a gerência administrativa do fundo , essa taxa é definida ( em geral ) em termos anuais e incide diariamente sobre o patrimônio do fundo . Assim ao divulgar o valor da cota o administrador já terá descontado o valor da taxa de administração .
 Taxa de performance: É uma taxa  que é cobrada em função dos objetivos de rentabilidade são definidos no estatuto social do fundo , assim caso o gestor do fundo ultrapasse esses objetivos ele fará jus a uma remuneração . De igual forma o administrador ao divulgar o valor da cota do fundo já terá descontado o valor da taxa de performance do fundo .
 Os critérios de cálculo da taxa de performance são definidos no estatuto social do fundo e constam do prospecto .
 Taxa de entrada ou de saída. É uma taxa que poderá ser cobrada do investidor quando da aquisição de cotas do fundo ( taxa de entrada ou de carregamento )  ou quando o investidor solicita o resgate de suas cotas . Nesse caso a taxa de entrada ou de saída não está computada no patrimônio do fundo portanto o valor da cota do fundo divulgado pelo administrador não contém essa taxa . Como todas as demais taxas esta também deverá estar definida no estatuto social do fundo e constar no prospecto do fundo .

 Tributação 

Imposto de Renda 
 O imposto de renda nos fundos de investimento incidem sobre a rentabilidade obtida pelo cotista .
 O percentual ( alíquota ) do imposto de renda varia de acordo com a composição da carteira do fundo de investimento e de acordo com o prazo médio dos títulos que compõem a carteira do fundo . 
Nos fundos de investimento onde haja uma percentual da carteira de investimento superior a 67% em ações , a alíquota será de 15% sobre a rentabilidade obtida  e incidirá no momento em que o cotista efetuar um resgate . 
Já nos fundos de investimento onde a maioria da carteira seja composta por títulos de renda fixa as alíquotas serão definidas em função do prazo médio dos títulos que compõe a carteira , veja a tabela abaixo : 
Prazo Médio da Carteira  do Fundo de Investimento
Alíquota
Até 180 dias
22,50%
De 181 até 360 dias
20,00%
De 361 dias até  720 dias
17,50%
Acima de 721 dias
15,00%
 No último dia útil dos meses de maio e novembro , a Receita Federal  cobra uma parcela do imposto de renda calculado sobre a rentabilidade obtida pelo cotista , essa parcela é calculada a uma alíquota de 15% sobre a rentabilidade e é deduzida do saldo de cotas que o investidor possui ( come cotas ) .
 A diferença  de alíquota ( se houver ) será paga no momento em que o cotista solicitar o resgate .
 Imposto sobre Operações Financeiras  ( IOF )
 O imposto sobre operações financeiras ( IOF ) incide caso o prazo entre aplicação e o resgate seja inferior a 30 dias e as suas alíquotas são decrescentes em função do prazo como o imposto de renda , as alíquotas incidem sobre a rentabilidade obtida pelo cotista , veja abaixo as alíquotas : 
Número de dias decorridos após a aplicação
IOF (em%)
Número de dias decorridos após a aplicação
IOF (em%)
 1
 96
 16
 46
 2
 93
 17
 43
 3
 90
 18
 40
 4
 86
 19
 36
 5
 83
 20
 33
 6
 80
 21
 30
 7
 76
 22
 26
 8
 73
 23
 23
 9
 70
 24
 20
 10
 66
 25
 16
 11
 63
 26
 13
 12
 60
 27
 10
 13
 56
 28
 6
 14
 53
29 
 3
 15
 50
 30
 0

 Tipos de Fundos de Investimento

 Podemos dividir os fundos de investimento de acordo com as seguintes categorias : 
 Curto Prazo:  Os fundos de investimento dessa categoria possuem a sua carteira de investimentos composta por títulos de renda fixa cujo prazo seja inferior a 360 dias possuindo assim um prazo médio da carteira menor . 
Referenciado: Os fundos de investimentos dessa categoria tem por objetivo de rentabilidade proporcionar uma rentabilidade atrelada a um indexador financeiro e a sua carteira de investimento deverá ser composta ( 95% )  por títulos de renda fixa que tenham rentabilidade atrelada a esse indicador financeiro . 
Renda Fixa: Os fundos dessa categoria possuem a sua carteira de investimentos ( 80% ) composta por títulos de renda fixa  pré  ou pós-fixados . 
Multimercados: Os fundos dessa categoria obtém a sua rentabilidade fundamentalmente a partir de operações de derivativos financeiros .Os derivativos financeiros são contratos que visam a simular um conjunto de operações  de modo a permitir que o gestor do fundo possa alavancar o patrimônio do fundo em uma determinada estratégia de investimento . A alavangem é a possibilidade que o gestor possuir de aplicar varias vezes o patrimônio do fundo , possibilidade que somente os derivativos financeiros proporcionam . 
Ações: Os fundos dessa categoria tem a sua carteira de investimentos composta por 67% ( no mínimo ) em ações de empresas negociadas em Bolsa de Valores .
 Cambial: Os fundos dessa categoria tem a sua carteira de investimentos composta por ( 80% )  títulos de renda fixa que tenham como objetivo de rentabilidade proporcionar a variação de preços de uma determinada moeda estrangeira .
Divida Externa: Os fundos dessa categoria tem a sua carteira de investimento composta por ( 80% ) por títulos emitidos pelo governo brasileiro negociado no mercado internacional .
 Direitos Creditórios: A carteira de investimento desses fundos é composta em sua totalidade por títulos que representam operações realizadas nos segmentos financeiro, comercial , industrial , imobiliário, de arrendamento mercantil e de prestação de serviços . Esses títulos são conhecidos como recebiveis . Esses fundos possuem uma regulamentação própria ( Instruções CVM 356/2001 e 399/2003 e suas modificações) .
 Fundos de Previdência:  São fundos de investimento destinados a acolher os recursos captados pelo plano gerador de benefícios livres ( PGBLs ) .
 ImobiliárioSão fundos de investimento cujos recursos são destinados para empreendimentos imobiliários e possuem uma regulamentação própria (Instruções CVM 205/1994 e 206/1994 e suas modificações. ).

 Risco em Fundos de Investimento

 Risco em investimento é a probabilidade de não se obter o que se esperava . Em se tratando de fundos de investimento temos duas dimensões para o risco :
 Risco de Crédito: É a probabilidade de que o emissor do título que compõe a carteira do fundo não pague o valor do título no seu vencimento . 
Risco de Estratégia ou Mercado: É a probabilidade de que a estratégia de investimento do gestor do fundo não produza os resultados esperados , o risco de estratégia poderá resultar em patrimônio negativo e se isso ocorrer o cotista será obrigado a aplicar mais recursos de tal forma a zerar o patrimônio negativo .
 Portanto é primordial que o investidor em fundos de investimento tenha a exata noção dos riscos que está correndo ao investir em um fundo de investimento .

 Transparência na gestão do Fundo

 Nesses tempos em que a governança corporativa está avançando nos mercados acionários , cabe aqui estabelecer também os mesmos critérios para os gestores de fundos de investimento . Infelizmente a transparência na gestão dos fundos de investimentos negociados no mercado brasileiro ainda  é negligenciada  em função de certos argumentos  cuja asserção é baseada em conceitos de espionagem .
 A comissão de valores mobiliários em sua pagina já informa se não amplamente a carteira dos fundos de investimento  permitindo que o investidor possa inferir  o risco de crédito que ele corre ao adquirir cotas desse fundo .