As Redes Sociais são o futuro dos negócios

Saiba tudo sobre as redes sociais e porque sua empresa deve estar nelas. O Grupo Stratege oferece excelência para o seu negócio na Internet.

Modelagem de Processos

A estrutura organizacional determina a distribuição das atividades e responsabilidades pela organização. Ela projeta e organiza os relacionamentos dos níveis hierárquicos e o fluxo das informações essenciais de uma Organização. Além disso, a estrutura é a representação gráfica ou descritiva das unidades organizacionais e seus relacionamentos.

Gestão Estratégica

Essa é uma maneira de por sua empresa nos eixos. Através de análises, diagnósticos, projetos e treinamentos nós mudamos os resultados da sua empresa usando o máximo do potencial do seu negócio.

Gestão de Pessoas

Avaliamos o desempenho da sua empresa, revendo cargos, salários e treinamentos para todos os funcionários. Além de recrutamento e seleção de novos colaboradores para o ser negócio.

Inteligência de Mercado

A Stratege define junto com o cliente os pontos a serem pesquisados e realiza a pesquisa direcionada a obtenção de informações estratégicas para o negócio de nossos clientes. Para traçarmos a melhor estratégia.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Seja produtivo e não ocupado

Uma frase extremamente comum no mundo corporativo é “Não tenho tempo para nada!”. Como fã da democracia, eu sou obrigado a discordar! O tempo é um dos poucos recursos que todas as pessoas têm, igualmente.
Por outro lado, a forma que você aproveita as suas 24 horas, aí sim são outros 500.
Se está entre as pessoas que “não tem tempo pra nada”, confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo.
Como apagar incêndios em alto estilo
Mesmo apagar incêndios pode ser feito sem desespero
1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo
Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson, que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”. Ou seja, se você fala pra uma pessoa ocupada “Você tem até tal hora para entregar algo”, essa pessoa dará um jeito de ocupar essas horas, mesmo que o prazo esteja extremamente folgado.
Por outro lado, as pessoas produtivas pensam “Preciso entregar essa tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o máximo possível”.
Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está sempre pensando em formas de entregar além do esperado.
2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer
Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é importante mas não é urgente fica sempre deixado pra depois.
A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante. Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até o objetivo seja alcançado.
Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você?
3. Seguir as regras vs. criar as regras
Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa.
Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente.
Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício
Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma hora a máquina quebra.
Por isso, não tem problema algum checar Facebook, tirar um cochilo ou levantar pra tomar uma água, desde que seja num momento em que você esteja conscientemente descansando.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Por que devo atender canais eletrônicos!?

Qual é o principal fator que leva um cliente a escolher a sua empresa ou a optar por alguma empresa concorrente ? Independente de ser produto ou serviço a primeira resposta que vem a mente é o fator preço, naturalmente.


No entanto isso não é uma verdade absoluta, em alguns casos é natural optar pelo menor preço, mas o que o consumidor quer, e quando digo consumidor, não me refiro a pessoas somente, isso se aplica a empresas também - visto que empresas possuem necessidades básicas para se manter em funcionamento - o que realmente conta é a qualidade.

Como podemos aumentar a qualidade dos nossos produtos/serviços ? Qualidade se tornou um conceito muito subjetivo, não está mais apenas no que diz respeito ao que se vende somente e sim em todo o conjunto operacional da empresa: pré-venda, venda, pós-venda. Por isso tudo é analisado pelos consumidores, nada passa desapercebido... NADA.

Por isso é importante que as empresas diversifiquem os canais de comunicação com seus clientes e o mais importante, demonstre interesse em saber a opinião que o cliente tem, seja boa ou ruim. Um cliente satisfeito com um produto/serviço o "divulga" para um grupo de 2 a 6 pessoas, um cliente insatisfeito faz a mesma coisa para cerca de 25 pessoas, isso apenas no famoso "boca-a-boca", não estou contemplando as redes sociais, caso a pessoa faça uso de redes sociais esse número salta facilmente para 5 vezes mais.

Toda melhoria implementada em canais de comunicação, resulta num melhor relacionamento com o cliente e numa possível e tão sonhada fidelização. Em alguns casos pode ser uma fidelização espontânea mesmo, sem que haja a necessidade de contrato entre as partes, o cliente mantem-se fiel a empresas porque é bem atendido pela mesma e por isso o preço em alguns casos nem é levado em consideração.

Hoje é essencial que a empresa atente aos canais eletrônicos de comunicação, e-mail, chat, website, blog, redes sociais e dispositivos móveis. Disponibilize opções para comunicação, estenda isso para venda de serviços e observe o resultado, imagine a conveniência de realizar pedidos via smartphone ou tablet e receber a mercadoria em alguns instantes, no local onde você estiver.

O número de pessoas que possuem smartphones ou tablets vem aumentado rapidamente, isso de deve principalmente ao sistema Android que vem sendo adotado por diversos fabricantes, dessa forma é possível encontrar smartphones com preços entre R$300,00 até R$2000,00. Há opções para todos os bolsos e a tendência é que isso continue aumentando ainda mais nos próximos anos, então é importante que as empresas estejam preparadas para essa nova tendência.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Cinco Passos para a Liderança

“Ao decidir buscar um cargo de liderança, a pessoa tem que estar certa de que está preparada para isso. Avaliar o conhecimento técnico e se suas habilidades, tanto técnicas como comportamentais, são semelhantes ao que a empresa deseja de quem ocupa o cargo almejado”, diz.


5 passos
Estando certo de que este é o ano da tão sonhada promoção, seguem cinco passos para que o sonho chegue mais perto da realidade.
1 – Seja claro. Converse claramente com o seu gestor e foque nos resultados. Primeiramente, deixe claro ao seu gestor as suas ambições na carreira e solicite um feedback para saber o que ele acha do seu trabalho e o que é preciso melhorar.
2 - Foque nos resultados. Ainda nesta conversa, diz a consultora, foque nos seus resultados e mostre as conquistas que já obteve até ali, tanto fora como dentro da empresa.
3– Mostre-se comprometido. A partir daí, mostre-se ainda mais comprometido com os projetos da empresa e envolvido com o trabalho. É preciso ficar claro o seu envolvimento e disposição para desafios;
4 – Inspire as pessoas. Quem quer liderar tem de ser exemplo para os demais. Observe o seu comportamento e faça o possível para inspirar as pessoas, saiba dividir, mostre-se solícito e passe confiança;
5 - Assuma riscos. Seja pró-ativo, tenha iniciativa e se disponibilize para estar à frente, conduzir projetos. Quem quer ser líder precisa não ter medo de assumir riscos!

Marketing? Marca? Mas como?


O que diferencias uma empresa das demais ? Qualidade? Preços? Inovação? Pesquisa?


Tudo isso faz parte, mas o que acaba diferenciando uma empresa das outras é a sua marca. Quando me refiro a marca, me refiro a marca que a empresa possui junto ao cliente, como a empresa impressiona seus clientes de modo que ao pensar em um produto você acaba pensando na empresa por consequência.

Em determinadas situações o produto não é o melhor, nem o mais barato, mas o apelo que a marca possui é tão grande que supera possíveis desvantagens que o produto tenha em comparação a concorrência. Veja como exemplo os processadores fabricados pela AMD há 6 ou 7 anos, eles eram mais rápidos e mais baratos que os processadores da Intel. Se você perguntar pra um usuário "comum" sobre a AMD, a resposta que você provavelmente vai ouvir é: não conheço.

A AMD possuía os processadores Athlon 64 desde setembro de 2003 e manteve-se com processadores mais rápidos e mais baratos que a Intel até julho de 2006, quando a Intel lançou a família Core2Duo. Foram quase 3 anos e a AMD continuou uma "estranha" para quase todo mundo, seu market share saltou de 15% para 38% em 3 anos, parece algo interessante, mas digo que faltou uma coisa: a marca.

A maioria das pessoas ao comprar um novo computador queria saber se o processador era Pentium 4. Ninguém sabia que a AMD possuía processadores mais rápidos e mais baratos... ninguém sabia da existência da AMD ! O mais grave de tudo isso é que a AMD não percebeu isso e ficou quietinha e feliz em ter aumentado sua participação no mercado, só não esperava que a Intel fosse lançar um produto superior, mais caro é verdade, mas com um apelo muito forte junto ao consumidor por se tratar da Intel. O resultado disso é que hoje, 5 anos depois, a AMD possui apenas 20% de market share, e isso porque ultimamente vem aumentando sua participação no mercado, já esteve pior. A AMD não soube aproveitar o período em que era líder em tecnologia e não deu ao cliente uma marca com a qual se identificar.

Não adianta ter o melhor produto e o preço mais baixo, se o cliente não conhece sua empresa e não possui nenhum tipo de vínculo emocional com o que lhe é vendido. Além de possuir bons produtos, preços acessíveis, tecnologia de ponta, qualidade, o mais importante é fazer seu cliente tomar conhecimento disso, ele precisa saber que sua empresa tem tudo isso ou basta ele acreditar que você possui tudo isso... simples assim. Faltou divulgação, publicidade, marketing, merchandising, resumindo faltou tudo o que era necessário para apresentar a AMD aos consumidores e assim facilitar sua ascensão.

A STRATEGE CONSULTORIA possui profissionais qualificados, que podem oferecer soluções diferenciadas para criação da sua marca junto ao cliente: publicidade digital, redes sociais, email marketing e muito mais.

Qual é o bixo?

Durante essa trajetória, o profissional pode ser surpreendido por perguntas inusitadas e consideradas até mesmo sem lógica por ele. Nesta situação, surge a dúvida do que fazer e como responder ao questionamento do recrutador.
Para a coordenadora de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Jozete Costa Bezerra, não existe uma regra; o candidato terá de perceber o que o empregador espera dele.
“Ou a empresa quer que o profissional embarque na dela e dê uma resposta criativa à altura ou quer que a pessoa perceba que é uma pegadinha, para ele se mostrar centrado. Isso é muito subjetivo. Depende do feeling do candidato”, explica.




Perguntas eliminatórias
Mas o feeling do profissional tem de ser afiado, já que, se a resposta não for considerada adequada pelo entrevistador, a pessoa pode ser eliminada durante o processo seletivo.
Jozete conta que as perguntas surpresas são para testar o profissional, já que muitas pessoas se preparam para o processo seletivo, principalmente, aquelas que estão participando em mais de um.
Dessa maneira, as perguntas inesperadas acabam sendo a maneira que a empresa encontra de desmontar as respostas ensaiadas. “A pessoa surpreendida pode dar uma resposta grosseira, por exemplo. Nesta hora, os recrutadores fazem a relação de como ela agiria quando é pega de surpresa no trabalho”, acrescenta.
CoerênciaPor fim, a especialista alerta que as perguntas devem ter uma coerência no processo seletivo, evitando que o candidato seja exposto ao ridículo frente ao entrevistador e às outras pessoas que estão concorrendo à vaga.
“Tem que haver um limite. Coêrencia nas perguntas. É mais aconselhável criar um case que poderia acontecer do que perguntas sem lógica. Existem outras maneiras de avaliar o candidato, sem criar uma situação desconfortável”.